29/03/2009

MAIORIA DA POPULAÇÃO VOTARIA EM UMULHER PARA PRESIDENTE


Pesquisa divulgada hoje pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), feita em conjunto com o Instituto Patrícia Galvão e o Cultura Data, apontou que 90% dos brasileiros elegeriam uma mulher para cargo público. Desse grupo, 74% votariam em uma mulher para prefeito, governador ou presidente, o que, do total, corresponde a 67% dos brasileiros.

A pesquisa foi realizada entre os dias 13 e 17 de fevereiro, com 2.002 entrevistas em 142 municípios de todas as regiões do País. A pesquisa ainda aponta que para 83% dos entrevistados a presença de mulheres no poder "melhora a política". Na opinião de 75% deles, só há democracia, de fato, se elas estiverem nas várias instâncias de poder. Já para 73% dos brasileiros a população ganha com a eleição de um maior número de mulheres.

O apoio à presença feminina no panorama político nacional foi constatado em todos os segmentos da amostra, tanto demográficos como regionais.Em contrapartida à opinião da maioria favorável à participação feminina no poder, a realidade não se revela tão otimista em relação às mulheres. De acordo com a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, ligada à Presidência da República - e que apoiou a pesquisa -, o Brasil conta hoje com apenas 8,9% de mulheres no Congresso Nacional, 12% nas assembleias legislativas e 12% nas câmaras municipais. Segundo a União Interparlamentar (UIP), organização internacional com sede em Genebra, na Suíça, o Brasil ocupa a 141ª colocação no ranking que avalia a presença de mulheres em parlamentos de 188 países. Entre os países da América Latina, o Brasil fica à frente somente da Colômbia.

28/03/2009

MULHER DO PARQUE ODEIA LULA E DILMA

Exemplar típico da burguesia paulistana, a dona caminhava pelo parque, as artérias provavelmente entupidas da banha da carne farta que comeu a vida toda, as pelancas balançando com deselegância nas pernas envelhecidas, nos braços roliços. Era uma mulher de mais de sessenta anos, com certeza – só que tinha a arrogância de uma adolescente.Claro que eu conhecia bem a prepotência das classes dominantes, mas essa me pegou de surpresa porque foi bem na minha cara que a mulher falou (e eu nem respondi, eu que normalmente teria passado nela um esbregue daqueles, como se diz na minha terra, eu que normalmente respondia, responderia, mandando-a engolir o que tinha dito: sua isso, sua aquilo, sua filha disso, sua filha daquilo...). Não tive ânimo. O dia estava também nublado, um sábado de manhã, a pessoa tendo que praticar a ridícula atividade de caminhar para perder peso, a tireóide endoidecida já desde os quarenta e poucos anos, desandada, sem funcionar direito, o metabolismo teimoso, a pessoa caminhando feito uma idiota, produto da civilização idiotizada também pelo sedentarismo.

A mulher das banhas e do cabelo tingido caminhava com duas outras. Estávamos em Perdizes, bairro de classe alta da zona oeste da cidade de São Paulo, num parque acanhado, cedido de favor pela companhia de águas do Estado para as pessoas caminharem, um parque sempre em obras, meio parque, meio depósito de canos, tubos e uma caixa d’água gigante.Ia passando pelas três mulheres, peguei a conversa já começada, fundada no mais odioso preconceito de classe. A mulher das carnes moles disse, voz alta e insolente: “Só falta agora ele (presidente Lula) eleger aquela mulher (Dilma Rousseff)."A gente vai sair do analfabeto ignorante para uma mulher! Eu prefiro morrer a ter que ver isso. Nosso presidente agora tem que ser o Serra, gente, pelo amor de Deus!” Então, uma das amigas dela retrucou, passando a mão no pescoço como quem mostra uma medida: “Ah, pra mim esse Serra também está engasgado até aqui!” A balofa respondeu imediatamente, com ares de dona do mundo: “Mas não tem outro, Fulana, não tem outro!”

Tratava-se do odioso preconceito de classe expresso na idéia de que a suposta “ignorância” do povo serve para justificar a necessidade de dirigi-lo do alto, ou seja, do lugar do discurso sábio e culto, que seria o das classes dominantes, como aponta Marilena Chauí: “O discurso sábio e culto, enquanto discurso do universal, pretende unificar e homogeneizar o social e o político, apagando a existência efetiva das contradições e das divisões que se exprimem como luta de classes. (...) A suposta universalidade do saber dá-lhe neutralidade e disfarça seu caráter opressor; de outro lado, a ‘ignorância’ do povo serve para justificar a necessidade de dirigi-lo do alto e, sobretudo, para identificar a possível consciência da dominação com o irracional, visto que lutar contra ela seria lutar contra a verdade (o racional) fornecida pelo conhecimento. (...) Dando ao povo o lugar da incultura, o dominante pode afirmar que a ‘plebe é temível’ porque movida por impulsos passionais (...).” (1981)

A mulher do parque de Perdizes era, além de tudo, uma sexista falocrata, uma reacionária tacanha, dessas capitalistonas bem mesquinhas.

Engoli minha revolta sem responder, o olhar fixo nos olhos dela, para ver se a constrangia. É que eu, enfraquecida, fiz uma inoportuna associação de idéias naquele momento, com um fato bizarro da história da minha vida: lembrei que no ônibus em que eu vim de Recife para São Paulo como retirante, nos idos de 1969, fizemos amizade com uma mulher paulistana e seus dois filhos meninos, que voltavam de férias nas praias do Nordeste – os filhos e a mulher eram lindos, pele boa, cabelo brilhoso, roupa rica, fala toda delicada, gente que a gente só via na TV.

Meus irmãos e eu, crianças mirradas, paupérrimas e matutas ficamos encantados. Alguém perguntou o nome do bairro em que eles moravam em São Paulo e a mulher respondeu: “Perdizes.” Nunca me esqueci disso. Talvez porque tenha achado o nome também lindo. Nunca tinha ouvido falar. Hoje, quarenta anos depois, moro muito perto deste bairro e minha vida não faz o menor sentido – ou talvez fizesse se a mulher do parque fosse aquela mesma do ônibus, hoje caricatural e bruxa, aquela que, na minha consciência de classe, aprendi a odiar.

Marilena Felinto é escritora e articulista da revista "Caros Amigos"

26/03/2009

Governo amplia seguro-desemprego para demitidos em dezembro

Os trabalhadores demitidos em dezembro do ano passado terão direito a receber até sete parcelas do seguro-desemprego. O anúncio foi feito pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. De acordo ele, pessoas que perderam o emprego em 42 setores – entre eles, os das indústrias têxtil, metalúrgica e mecânica – passarão a ter o benefício a partir de 1º abril. Segundo dados dos ministério, 103,7 mil desempregados vão ser atingidos pela medida.

A ampliação de cinco para sete do número máximo de parcelas do segundo-desemprego precisa ser aprovada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) durante reunião agendada para o próximo dia 30.

O ministro explicou que o critério usado para que as duas parcelas a mais sejam concedidas a esses trabalhadores foi a comparação da média entre 2003 e 2009, da evolução do emprego com carteira assinada em cada subsetor de atividade, com base no movimento dos meses de dezembro, janeiro e fevereiro últimos.

"Os que tiveram saldo negativo 30% superior a essa média entraram no benefício. Portanto, quem foi demitido em dezembro, dentro dos subsetores e estados selecionados, terá mais duas parcelas. Quem tinha direito a três meses de seguro-desemprego, receberá cinco. Quem receberia cinco, contará com sete", disse Lupi.

O valor a ser recebido varia de R$ 465,00 (valor do salário mínimo) a R$ 870,01. O ministério estima que o gasto será de R$ 126 milhões.

O ministro disse ainda que não espera que seja feita novamente uma nova ampliação do seguro-desemprego porque no mês de fevereiro já houve uma recuperação no número de novos empregos. “Se tivéssemos uma média continuada de demissões negativas acima de 30% nos setores, poderíamos solicitar uma nova autorização”, explicou.

Lula anuncia R$ 34 bi para a construção de 1 milhão de casas populares em 2 anos

presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou nesta quarta-feira (25) o plano habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, que prevê investimentos de R$ 34 bilhões para a construção de 1 milhão de moradias populares nos próximos dois anos.

Durante o lançamento, Lula lembrou que o plano cumpre duas funções: melhorar as condições de moradia das pessoas mais pobres e aumentar a oferta de empregos no país. A estimativa é de que sejam criados mais de 500 mil postos de trabalho.

Lula pediu empenho de governadores e prefeito para que elaborem os projetos habitacionais com rapidez e auxiliem na busca por terrenos. O presidente também sugeriu a criação de um Comitê Gestor – nos moldes do existente no PAC – para detectar “em tempo real” eventuais entraves na execução do programa.

“Neste programa, nós não vamos ter problemas de gastar. Nós queremos gastar esse dinheiro o quanto antes melhor”, disse.

Segundo Lula, a Caixa Econômica Federal está “altamente preparada” para que o plano comece a funcionar “a todo vapor” a partir de 13 de abril. “Vai depender muito de vocês (governadores e prefeitos). Agora precisamos de projeto para que a gente comece a desovar esse dinheiro”.

Baixa renda

As moradias serão feitas para as famílias com renda de até 10 salários mínimos. Do total, 400 mil serão destinadas a famílias com fonte de renda de até três salários mínimos. O governo federal espera, com o pacote, reduzir o déficit habitacional no país em 14%.

"Este não é um programa que é uma emergência ou um fator fora da curva. Ele dá sustentação à política de desenvolvimento de renda do governo federal. Também fortalece as famílias ao criar um espaço para eles criarem seus filhos", afirma a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff.

Os recursos serão distribuídos de acordo com os dados do IBGE sobre o déficit em cada região do país. As famílias com renda até 3 salários mínimos terão subsídio integral do seguro de vida. O objetivo da medida é reduzir o valor das prestações. As famílias com renda de 3 a 10 salários mínimos terão redução dos custos com o seguro e acesso a um fundo garantidor, variando de acordo com a faixa em que está (de 3 a 6 mínimos e de 6 a 10).

A primeira prestação será paga somente na entrega do imóvel, e a prestação deverá comprometer apenas 20% da renda familiar. O pacote também prevê pagamento opcional de entrada pelo mutuário. Para famílias com renda de até 3 mínimos, a prestação (cujo valor mínimo é de R$ 50) pode comprometer apenas 10% da renda.

Para famílias de até 3 mínimos, não haverá pagamento dos custos cartoriais. "Nós vamos compatibilizar a prestação com a renda das famílias. Não dá para imaginar que com os custos de mercado a população de menor renda vá ter acesso a moradia sem interferência do governo", diz Rousseff.

As moradias construídas terão aquecimento solar térmico, o que ajudará também na redução da conta de luz dos mutuários. De acordo com Dilma, estão fora do programa os R$ 4,5 bilhões anteriormente disponíveis para habitação provenientes do FGTS.

Segundo a ministra, o programa prevê a simplificação da regularização fundiária urbana e terá a participação de Estados e municípios. "Vamos pedir terrenos. Sempre que houver uma participação dos Estados e municípios, pode-se aumentar o número de unidades."

Fundo garantidor

fundo garantidor prevê o refinanciamento de parte das prestações, caso o mutuário perca sua fonte de renda. Para famílias com renda de três a cinco salários mínimos, será garantido o pagamento de até 36 prestações; para famílias com orçamento de cinco a oito salários mínimos, até 24 prestações; e para as famílias que recebem de oito a dez salários mínimos, 12 prestações.

Para ter acesso ao fundo é preciso ter efetuado o pagamento de no mínimo seis prestações do imóvel e é necessário também o pagamento mínimo de 5% da prestação que foi refinanciada. Este valor será devolvido como bônus quando o refinanciamento for pago.

O mutuário terá que solicitar formalmente seu refinanciamento, comprovando a situação de desemprego, a cada seis prestações requeridas.

O pacote também barateia o seguro de vida prevendo a quitação do financiamento pela União em caso de morte ou invalidez permanente do mutuário. A União também arcará com os custos de reparação de danos físicos ao imóvel.

Para cobertura de morte, invalidez e danos físicos no caso de um mutuário com mais de 61 anos, o custo atual do seguro corresponde a 35% da prestação. Com as novas medidas, o custo cairá para 6,64%, de acordo com a previsão do governo.

O programa é ousado e de grande impacto na economia brasileira. Seguramente será um dos principais programas anticrise que este governo vai implementar", afirma o ministro da Fazenda Guido Mantega.

Segundo o ministro das Cidades, Mário Fortes, "haverá uma destinação privilegiada do registro das moradias para a mulher. Também vamos priorizar os mutuários portadores de deficiência e idosos. Este é um programa abrangente e vamos atender a todos."

Fortes afirmou que um volume significativo de recursos será liberado para movimentos sociais. Ainda segundo o ministro, no projeto "o mais significativo é que estão lançadas as bases de um processo que pode ser definitivo para zerar o déficil habitacional."

Para Wilson Amaral, presidente da construtora e incorporadora Gafisa, o plano "trará a mobilização de centenas, milhares de empresários do setor de construção."

Teremos números bons para mostrar num horizonte de meses. Não é nada de longo prazo. E vai durar muito mais depois da crise. Não vai morrer daqui um ano ou dois", projeta Amaral.

Pacote contra a crise

Inicialmente, o governo planejou a construção de 200 mil casas como uma das medidas de combate à crise econômica mundial. O número subiu para 500 mil, até chegar ao total de 1 milhão.

Antes de anunciar o pacote, o governo realizou vários encontros com governadores e prefeitos, essencialmente para saber quais as contribuições que Estados e municípios poderiam dar para reduzir os custos do financiamento. Uma das ideias era a disponibilização de áreas para a construção das casas.

O governo também buscou formas de reduzir o peso do seguro de vida sobre as prestações, já que ele aumenta de acordo com a idade do mutuário. O padrão de juros também deveria ser "totalmente diferente", na visão do presidente Lula.

14/03/2009

ENCONTRO DE ARTICULAÇÃO E MOBILIZAÇÃO DA PJMP

ARQUIDIOCESE DE NATAL
PASTORAL DA JUVENTUDE DO MEIO POPULAR - PJMP

Parnamirim, 12 de março de 2009.

Queridos jovens animadores(as), coordenadores(as),
militantes, Religiosos(as), Sacerdotes e Diáconos e eternos simpatizantes da PJMP,

Hoje estivemos reunidos para pensar nos destinos da nossa querida PJMP e em função da nosso situação vimos que precisamos urgentemente nos encontrar. Neste sentido tiramos um encaminhamento de listar as cidades e Paróquias onde estamos presentes, estivemos ou não, na certeza de fazer crescer a PJMP na Arquidiocese de Natal. Aproveitando a motivação do Centenário da Diocese de Natal temos que ser missionários(as). E onde vamos exercer a nossa ação missionária? Claro, que tem que ser dentro do meio popular.
Assim estamos convidando duas ou três pessoas da sua cidade, Paróquia, bairro ou comunidade para participar deste encontro de animação e articulação da PJMP, que acontecerá de 27 (a partir das 18 horas), à 29 (até o almoço) deste mês de março.
A taxa por pessoa: R$ 10,00 – mas ninguém deixe de participar porque não tem a taxa. Fale com o padre da paróquia, faça uma coleta com os amigos e ou representantes dos grupos- onde houver.
Local: Centro Pastoral Pe. João Correia de Aquino - Parnamirim
O tema: “PJMP: em nossas mãos um sonho em mutirão”.
Para ajudar na organização do encontro pedimos que confirme a sua presença através dos telefones: Dany (084) 8867-1804, 3206-9770 emeio: danypjmpnatal@hotmail.com; Conceição: (084) 3615-2800, 9943-1560, 9411-9559 e emeio: ceicaopjmp@hotmail.com; Lauro: 3272-2722, 8859-2419 emeio: laurocaj@yahoo.com.br, Telma Rodrigues: 3272-6392, 9616-8473 e emeio: telmahrodrigues@hotmail.com.
Quem tiver planejamento das suas atividades deve trazer para entregar ao nosso representante regional.
Um forte abraço e aguardamos que vocês venham, com muita vontade de participar e de levar o Fogo do meio Popular a todos os cantos.

Josiane, Sônia, Lauro, Conceição, Dany, Telmah e Pe. Murilo.

DIA DA POESIA

Segundo Jussara Barros:

A poesia é a arte da linguagem humana, do gênero lírico, que expressa sentimento através do ritmo e da palavra cantada. Seus fins estéticos transformaram a forma usual da fala em recursos formais, através das rimas cadenciadas.
As poesias fazem adoração a alguém ou a algo, mas pode ser contextualizada dentro do gênero satírico também.
Existem três tipos de poesias: as existenciais, que retratam as experiências de vida, a morte, as angústias, a velhice e a solidão; as líricas, que trazem as emoções do autor; e a social, trazendo como temática principal as questões sociais e políticas.
A poesia ganhou um dia específico, sendo este criado em homenagem ao poeta brasileiro Antônio Frederico de Castro Alves (1847-1871), no dia de seu nascimento, 14 de março.


Castro Alves ficou conhecido como o “poeta dos escravos”, pois lutou grandemente pela abolição da escravidão. Além disso, era um grande defensor do sistema republicano de governo, onde o povo elege seu presidente através do voto direto e secreto.
Sua indignação quanto ao preconceito racial ficou registrada na poesia “Navio Negreiro”, chegando a fazer um protesto contra a situação em que viviam os negros. Mas seu primeiro poema que retratava a escravidão foi “A Canção do Africano”, publicado em A Primavera.
Cursou direito na faculdade do Recife e teve grande participação na vida política da Faculdade, nas sociedades estudantis, onde desde cedo recebera calorosas saudações.
Castro Alves era um jovem bonito, esbelto, de pele clara, com uma voz marcante e forte. Sua beleza o fez conquistar a admiração dos homens, mas principalmente as paixões das mulheres, que puderam ser registrados em seus versos, considerados mais tarde como os poemas líricos mais lindos do Brasil.

12/03/2009

Programa Esporte e Lazer na Cidade - Passagem de Areia

A equipe do Programa Esporte e Lazer na Cidade de Parnamirim está comemorando os números positivos.

Mensalmente tem atendido 430 pessoas nas oficinas sistemáticas (FUTSAL, Voley, expressão corporal, danças populares...) e ao longo do ano beneficiou mais de 4000 pessoas com as oficinas Assistemáticas (passeios, aula temáticas, colônia de Férias, Gincanas, confraternizações).

Esse programa é implementado e gerenciado pela Secretária Nacional de Desenvolvimento do Esporte e visa, em síntese suprir a carência de políticas públicas e sociais que atendam as crescentes demandas da população por esporte recreativo de lazer, sobretudo daquelas em situação de vulnerabilidade social e econômica.

Em Parnamirim o PELC (programa Esporte e Lazer da Cidade) é coordenado Pelo CEFET-RN em convênio com a Prefeitura Municipal de Parnamirim, através da Secretária Municipal de Esporte e Lazer.