27/01/2009

PROGRAMAÇÃO GERAL FSM

25/01 - Início do credenciamento (Ginásio da UFRA).
27/01 – Marcha de abertura (saída às 15 horas, da escadinha do Cais do Porto)
28/01 – Dia da Pan-Amazônia: 500 anos de resistência, conquistas e perspectivas afro-indígena e popular.Este dia será dedicado a levar ao mundo as vozes da Amazônia e se constituirá de diversas atividades, como testemunhos, conferências, além de celebrações e mostras culturais.
29 a 31/01 – Demais atividades autogestionadas1/02 – Dia das Alianças e Encerramento do FSM 2009, com ações descentralizadas e autogestionadas onde serão apresentados os acordos e alianças construídos no decorrer do FSM e celebração geral de encerramento. (Palco GeoSpace - UFRA)Veja a lista das atividades que integram o FSM 2009:
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Obs: As atividades que integram a programação do FSM entre 29 e 31 de janeiros são autogestionadas e foram propostas por organizações, redes e movimentos da socidade civil organizada.As atividades autogestionadas podem ser oficinas, seminários, painéis, entre outras, que são propostas e executadas pelas entidades, organizações, redes ou grupos de entidades que as propuseram. Cabe à organização do evento FSM oferecer às atividades infra-estrutura e a divulgação no programa do FSM 2009.
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Carta de Princípios do Fórum Social Mundial

O Comitê de entidades brasileiras que idealizou e organizou o primeiro Fórum Social Mundial, realizado em Porto Alegre de 25 a 30 de janeiro de 2001, considera necessário e legítimo, após avaliar os resultados desse Fórum e as expectativas que criou, estabelecer uma Carta de Princípios que oriente a continuidade dessa iniciativa. Os Princípios contidos na Carta, a ser respeitada por tod@s que queiram participar desse processo e organizar novas edições do Fórum Social Mundial, consolidam as decisões que presidiram a realização do Fórum de Porto Alegre e asseguraram seu êxito, e ampliam seu alcance, definindo orientações que decorrem da lógica dessas decisões.
1. O Fórum Social Mundial é um espaço aberto de encontro para o aprofundamento da reflexão, o debate democrático de idéias, a formulação de propostas, a troca livre de experiências e a articulação para ações eficazes, de entidades e movimentos da sociedade civil que se opõem ao neoliberalismo e ao domínio do mundo pelo capital e por qualquer forma de imperialismo, e estão empenhadas na construção de uma sociedade planetária orientada a uma relação fecunda entre os seres humanos e destes com a Terra.
2. O Fórum Social Mundial de Porto Alegre foi um evento localizado no tempo e no espaço. A partir de agora, na certeza proclamada em Porto Alegre de que "um outro mundo é possível", ele se torna um processo permanente de busca e construção de alternativas, que não se reduz aos eventos em que se apóie.
3. O Fórum Social Mundial é um processo de caráter mundial. Todos os encontros que se realizem como parte desse processo têm dimensão internacional.
4. As alternativas propostas no Fórum Social Mundial contrapõem-se a um processo de globalização comandado pelas grandes corporações multinacionais e pelos governos e instituições internacionais a serviço de seus interesses, com a cumplicidade de governos nacionais. Elas visam fazer prevalecer, como uma nova etapa da história do mundo, uma globalização solidária que respeite os direitos humanos universais, bem como os de tod@s @s cidadãos e cidadãs em todas as nações e o meio ambiente, apoiada em sistemas e instituições internacionais democráticos a serviço da justiça social, da igualdade e da soberania dos povos.
5. O Fórum Social Mundial reúne e articula somente entidades e movimentos da sociedade civil de todos os países do mundo, mas não pretende ser uma instância representativa da sociedade civil mundial.
6. Os encontros do Fórum Social Mundial não têm caráter deliberativo enquanto Fórum Social Mundial. Ninguém estará, portanto autorizado a exprimir, em nome do Fórum, em qualquer de suas edições, posições que pretenderiam ser de tod@s @s seus/suas participantes. @s participantes não devem ser chamad@s a tomar decisões, por voto ou aclamação, enquanto conjunto de participantes do Fórum, sobre declarações ou propostas de ação que @s engajem a tod@s ou à sua maioria e que se proponham a ser tomadas de posição do Fórum enquanto Fórum. Ele não se constitui portanto em instancia de poder, a ser disputado pelos participantes de seus encontros, nem pretende se constituir em única alternativa de articulação e ação das entidades e movimentos que dele participem.
7. Deve ser, no entanto, assegurada, a entidades ou conjuntos de entidades que participem dos encontros do Fórum, a liberdade de deliberar, durante os mesmos, sobre declarações e ações que decidam desenvolver, isoladamente ou de forma articulada com outros participantes. O Fórum Social Mundial se compromete a difundir amplamente essas decisões, pelos meios ao seu alcance, sem direcionamentos, hierarquizações, censuras e restrições, mas como deliberações das entidades ou conjuntos de entidades que as tenham assumido.
8. O Fórum Social Mundial é um espaço plural e diversificado, não confessional, não governamental e não partidário, que articula de forma descentralizada, em rede, entidades e movimentos engajados em ações concretas, do nível local ao internacional, pela construção de um outro mundo.
9. O Fórum Social Mundial será sempre um espaço aberto ao pluralismo e à diversidade de engajamentos e atuações das entidades e movimentos que dele decidam participar, bem como à diversidade de gênero, etnias, culturas, gerações e capacidades físicas, desde que respeitem esta Carta de Princípios. Não deverão participar do Fórum representações partidárias nem organizações militares. Poderão ser convidados a participar, em caráter pessoal, governantes e parlamentares que assumam os compromissos desta Carta.
10. O Fórum Social Mundial se opõe a toda visão totalitária e reducionista da economia, do desenvolvimento e da história e ao uso da violência como meio de controle social pelo Estado. Propugna pelo respeito aos Direitos Humanos, pela prática de uma democracia verdadeira, participativa, por relações igualitárias, solidárias e pacíficas entre pessoas, etnias, gêneros e povos, condenando todas as formas de dominação assim como a sujeição de um ser humano pelo outro.
11. O Fórum Social Mundial, como espaço de debates, é um movimento de idéias que estimula a reflexão, e a disseminação transparente dos resultados dessa reflexão, sobre os mecanismos e instrumentos da dominação do capital, sobre os meios e ações de resistência e superação dessa dominação, sobre as alternativas propostas para resolver os problemas de exclusão e desigualdade social que o processo de globalização capitalista, com suas dimensões racistas, sexistas e destruidoras do meio ambiente está criando, internacionalmente e no interior dos países.
12. O Fórum Social Mundial, como espaço de troca de experiências, estimula o conhecimento e o reconhecimento mútuo das entidades e movimentos que dele participam, valorizando seu intercâmbio, especialmente o que a sociedade está construindo para centrar a atividade econômica e a ação política no atendimento das necessidades do ser humano e no respeito à natureza, no presente e para as futuras gerações.
13. O Fórum Social Mundial, como espaço de articulação, procura fortalecer e criar novas articulações nacionais e internacionais entre entidades e movimentos da sociedade, que aumentem, tanto na esfera da vida pública como da vida privada, a capacidade de resistência social não violenta ao processo de desumanização que o mundo está vivendo e à violência usada pelo Estado, e reforcem as iniciativas humanizadoras em curso pela ação desses movimentos e entidades.
14. O Fórum Social Mundial é um processo que estimula as entidades e movimentos que dele participam a situar suas ações, do nível local ao nacional e buscando uma participação ativa nas instâncias internacionais, como questões de cidadania planetária, introduzindo na agenda global as práticas transformadoras que estejam experimentando na construção de um mundo novo solidário.

Aprovada e adotada em São Paulo, em 9 de abril de 2001, pelas entidades que constituem o Comitê de Organização do Fórum Social Mundial, aprovada com modificações pelo Conselho Internacional do Fórum Social Mundial no dia 10 de junho de 2001.
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O Fórum Social Mundial 2009 começa hoje 27 de janeiro e vai até o dia 1º de fevereiro nos campi de UFPA e UFRA.

O que é o Fórum Social Mundial?

O Fórum Social Mundial (FSM) é um espaço aberto de encontro – plural, diversificado, não-governamental e não-partidário –, que estimula de forma descentralizada o debate, a reflexão, a formulação de propostas, a troca de experiências e a articulação entre organizações e movimentos engajados em ações concretas, do nível local ao internacional, pela construção de um outro mundo, mais solidário, democrático e justo.

As três primeiras edições do FSM, bem como a quinta edição, aconteceram em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (Brasil), em 2001, 2002, 2003 e 2005. Em 2004, o evento mundial foi realizado pela primeira vez fora do Brasil, na Índia. Em 2006, sempre em expansão, o FSM aconteceu de maneira descentralizada em países de três continentes: Mali (África), Paquistão (Ásia) e Venezuela (Américas). Em 2007, voltou a acontecer de maneira central no Quênia (África).
O FSM tornou evidente a capacidade de mobilização que a sociedade civil pode adquirir quando se organiza a partir de novas formas de ação política, caracterizadas pela valorização da diversidade e da co-responsabilidade. O sucesso da primeira edição resultou na criação do Conselho Internacional que, em sua reunião de fundação, aprovou em 2001 uma Carta de Princípios, a fim de garantir a manutenção do FSM como espaço e processo permanentes para a busca e a construção de alternativas ao neoliberalismo. 

Hoje, são realizados fóruns sociais locais, regionais, nacionais e temáticos em todo o mundo, com base na Carta de Princípios. Em 2008, para marcar esse processo, foi realizado mundialmente no dia 26 de janeiro o Dia Global de Mobilização e Ação.

Quem organiza?

As questões políticas gerais e a discussão sobre os rumos do FSM, o local de sua realização e as metodologias dos eventos anuais são debatidas e encaminhadas no âmbito do Conselho Internacional (CI), formado atualmente por 129 organizações, e de suas comissões: Metodologia, Conteúdo e Temáticas, Expansão, Estratégias, Recursos, Comunicação.

Esse trabalho é apoiado por um Grupo de Enlace constituído por representantes de 16 organizações de todos os continentes, que interliga os membros do CI e as suas comissões, com o suporte administrativo de um escritório situado em São Paulo (Brasil).

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maiores informações:
Escritório do FSM 2009 em BelémRua Presidente Pernambuco, 40 - Prédio da Ouvidoria do Estado (Fundos).Largo da Trindade - Batista Campos – Belém - Pará - Brasil – CEP: 66823-010Telefone: +55-91-3230-2326 - E-mail: escritorio@fsm2009amazonia.org.br

26/01/2009

Música – 30 anos da PJMP
Iremar Araújo – Correntina, Abril de 2008

Laiá, Laiá Laiá Laiá Laiá
Lá, Laiá, Lá Laiá, Laiá, Laiá (bis)

No chão de nossa América
Nessa terra - Brasil
Da labuta de um povo
Novo sonho se viu
Gerando consciência
Se firmou, garantiu.
Jovem se organizou
Nova vida brotou
Novo tempo se abriu.

Laiá, Laiá Laiá Laiá Laiá
Lá, Laiá, Lá Laiá, Laiá, Laiá

Ê, a, ô – é de amor,
Louvação, festa e calor.
Ê, ô, Ah! – é de amar.
É do meio popular.

De berço, nordestina!
Traçou sua conduta,
Arte, paixão e sonho,
A indecência refuta.
Trincheira da esperança
Resistência e luta
Doação e ternura,
Beleza e doçura
Engrossando a disputa

Laiá, Laiá Laiá Laiá Laiá
Lá, Laiá, Lá Laiá, Laiá, Laiá

Ê, a, ô – é de amor,
Louvação, festa e calor.
Ê, ô, Ah! – é de amar.
É do meio popular.


Trinta anos se passa
É nossa trajetória!
Celebrando essa graça
Refrescando a memória.
Festejando a vida
Deus dos pobres – é glória!
Ditaduras vencidas
Essa dor esquecida
Valeu nossa história!

Laiá, Laiá Laiá Laiá Laiá
Lá, Laiá, Lá Laiá, Laiá, Laiá

Ê, a, ô – é de amor,
Louvação, festa e calor.
Ê, ô, Ah! – é de amar.
É do meio popular.

Qual a novidade da PJMP hoje?


Ao celebrar os trinta anos da PJMP me bateu uma pergunta que o Padre Sabino Gentili fez na décima assembléia que realizamos que teve como local Fortaleza, nos dias 07 a 12 de janeiro de 1996 e que teve como tema: PJMP – Presença no mundo e na Igreja. A pergunta ainda vale para nós hoje: qual a novidade da PJMP?
Lembro que esta assembléia foi muito rica na convivência, na intensidade da espiritualidade, nos estudos e debates e nas reflexões que o assessor provocava em cada um de nós. Quando a assembléia terminou quase a totalidade dos participantes veio a Macau para celebrar os meus dez anos de padre. Foi interessante que por falta de dinheiro se tomou um ônibus até Mossoró e de lá a Macau – mais de 150 Km de estrada – o caminhão da Paróquia foi o transporte que restava. Ao passar no Posto da Polícia Rodoviária, na saída de Mossoró, o caminhão foi preso e o pessoal teve que caminhar a pé um pedaço de estrada enquanto era negociada uma saída para a tensão. Enquanto os(as) jovens caminhavam no asfalto escaldante do oeste potiguar, o caminhão foi multado e liberado numa condição que ninguém mais fosse nele. Ora, não havia outra alternativa. Depois que se perdeu de vista o posto policial todos subiram no caminhão e a viagem foi feita assim.
Qual a novidade da PJMP? Encontrar alternativas para a viagem ser continuada, sem temer o conflito, não se acomodar, enfrentando todo e qualquer aparelho repressor e intransigente, mesmo diante da insegurança que a estrada oferece. Não tem outro jeito para nós se não enfrentar os obstáculos e realizar a festa da partilha, da alegria, do encontro com o diferente, e saborear o fresco e a quentura que o sal provoca em cada um de nós.
Chegando aos trinta anos de história a PJMP precisa não se afastar da sua ousadia original que ao longo dos anos soube fazer. Nos mais diversos caminhões que ficaram e ficam presos, temos que ter a coragem de negociar, dialogar e, se preciso for, furar o bloqueio das intransigências que a dureza da realidade nos impõe, no meio da sociedade e dentro da Igreja.
A festa é que não podemos faltar. É claro que ela exige preparação, organização, desprendimento, sacrifício, sede, fome, resistência para suportar os catabilhos da estrada com a poeira e calor durante dia e o sereno e a insegurança durante a noite. Neste sentido, são muitos e diversos os catabilhos que temos sofrido nos últimos anos. Nossa organização tem sido muito fraca nos eixos de sustentação: Secretaria Nacional, Comissão de Jovens e de Assessores, porém o que tem sustentado tem sido as diversas alternativas que as bases encontram para viver.
A verdade é que não obstante o fracasso da organização nacional a base se mantém animada, forte, alegre, fazendo acontecer a novidade do Evangelho vivenciado no meio popular. São encontros de formação, festivais, cursos, parcerias as mais diversas possíveis, atuação dentro das instâncias pastorais – de acordo com a realidade das dioceses e paróquias, luta no meio do movimento social, tentativa de lograr a eleição nos parlamentos e nas instâncias executivas do poder, etc, etc. Há lugares que o bispo, por exemplo, não quer a PJMP existindo e a juventude do meio popular faz o caminho com a casca permitida e o conteúdo da PJMP. É como se fosse o tempo das catacumbas que estivéssemos a viver, para driblar o Exército Romano. Mas a pergunta ainda não foi respondida totalmente, porque alguém há de questionar: mas as outras pastorais de juventude não fazem assim também?
É, elas fazem assim também, afirmamos!
Em primeiro lugar é bom destacar que fazer pastoral no meio popular com a mentalidade de empobrecidos, ou seja, buscando o despertar da consciência de classe não é coisa fácil de se fazer. A maior novidade da PJMP está aqui. Somos uma pastoral que nos distinguimos pelo despertar da consciência de classe. A luta travada para não fugir desse patamar é permanente e constante. Evangelizar para a PJMP significa enfrentar as contradições da realidade sem ter medo de negociar com os guardas do posto rodoviário como citamos acima, tendo ou não que caminhar um pedaço do asfalto a pé e outro na carroceria do caminhão. O corpo fica dolorido, mas a viagem é feita.
Em segundo lugar, temos clareza que não somos nem melhores e nem piores que os outros. Não somos nem santos nem demônios nesta história. Nem estamos numa guerra de pastorais. Penso que esse tempo passou. Chega disso! Somos e queremos ser companheiros que estamos caminhando e necessitamos de estreitar parcerias com as outras pastorais. Como nos pede os nossos pastores na Conferência de Aparecida, devemos ‘ser discípulos missionários’, ir ao encontro dos jovens do meio popular com abertura para acolher e ser acolhido, aprender e ensinar, misturar luzes e saberes.
Ao lado dos parabéns a todos(as) que fizeram e fazem essa historia acontecer, neste 09 de julho, nos alimentemos da festa e vamos aos sítios e favelas, ruas e bairros, subindo ou descendo morro para continuar com a bandeira do amor defraudada no mais alto dos nossos corações.
Parabéns PJMP!
PJMP: 30 anos de Fé e Luta no meio Popular. Parabéns!

Pe. Antônio Murilo de Paiva
Setor Juventude da Arquidiocese de Natal

PJMP

" As margens do São Francisco e sob as bençãos do Bom Jesus da Lapa"

Começa hoje em Bom Jesus da Lapa/BA, o 3º Congresso da PJMP, que tem como tema PJMP 30 ANOS DE FÉ E VIDA NO MEIO POPULAR e o lema: EM NOSSAS MÃOS UM SONHO EM MUTIRÃO e segue até o dia 30/01/2009.

No sábado dia 24/01/2009 foi realizada no Centro Pastoral em Parnamirim a Celebração de envio de nossa caravana que foi composta por 49 jovens representantes de diversos grupos da cidade.

A Celebração de envio foi marcada por muita emoção, pois todos entendemos que mais do que festejar e celebrar o Congresso tem o objetivo de refletir a caminhada e reafirmar o compromisso de luta e resistencia dos jovens do meio popular na direção de construção de um mundo mais justo e igualitário.

Do RN foram enviandos cerca de 150 jovens da Arquidiocese de Natal e Mossoró.


OPORTUNIDADE - PROJETO BRASIL LOCAL

O Projeto Brasil Local – Rio Grande do Norte estará promovendo no período de 26 a 29/01/09, o processo de seleção para agente administrativo, onde será contratada uma pessoa, conforme edital em anexo, no regime celetista (carteira assinada por tempo determinado). Nesse sentido, vimos solicitar apoio no processo de divulgação deste processo de seleção. Destacamos que, as/os candidatos deverão ter disponibilidade de tempo para trabalho de segunda a sexta-feira, devendo residir em Natal, ter preferencialmente 2º grau completo ou em conclusão, conhecimentos de informática, conhecimentos ou noções sobre Economia Solidária e boa comunicação.O apoio administrativo deverá desenvolver as seguintes atribuições junto ao Projeto:
· Manter atualizada a relação de agentes de desenvolvimento de local e economia solidária em atividade e as pendências (vagas, documentação, pagamentos, email's, etc.);
· Manter atualizada a relação de contatos dos/das agentes (telefone, endereço, email, etc.)
· Organizar documentação de campo dos agentes do Estado e Coordenação Estadual (copiar, arquivar, enviar correspondência para escritório do Projeto Brasil Local);
· Dar ciência à Coordenação Estadual sobre a situação da documentação da equipe estadual;
· Criar canais de acompanhamento e monitoramento do recebimento e envio da documentação da equipe estadual;
· Apoiar a coordenação estadual na construção de eventos promovidos pelo Projeto Brasil Local;
· Contribuir com o processo de organização de agendamento das atividades do Projeto Brasil Local no Estado, em parceria com a Coordenação Estadual;
· Articular encaminhamentos necessários ao bom andamento das ações do Projeto no Estado, a partir das orientações e sugestões da Coordenação Estadual (contatos com os/as agentes; parcerias; escritório BSB; contatos, etc.); e
· Constituir em conjunto com a Coordenação Estadual canais de comunicação e de divulgação de informações e dados relativos ao Projeto Brasil Local.
O processo de seleção para apoio administrativo será composto de três etapas: I. apresentação de curriculum vitae - período de 26 a 29/01/09; II. entrevista com candidatos inscritos - 30/01/09; e III. envio de documentação de três candidatos/as ao escritório nacional Projeto Brasil Local, em Brasília, dia 02/02/09.
A Contratação de uma pessoa para apoio administrativo será realizada nas seguintes condições:
· Contrato pelo regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), por prazo determinado de 01 de fevereiro à 30 de abril de 2009;
· Salário de R$ 415,00 mensais; e
· Auxílio alimentação/refeição de R$ 286,00 mensais.
Enfatizamos que, as inscrições estão abertas a partir de hoje, onde estaremos recebendo currículos e dirimindo dúvidas dos/as interessadas na Sala da Economia Solidária, conforme endereço abaixo:
Sala 11 da Economia Solidária
Superintendência Regional do Trabalho – Rio Grande do Norte (antiga DRT/RN)
Av. Duque de Caxias, 80, Ribeira - Natal (RN)
Fone: (84) 3220-2000 – Ramal 2050 (84) 8805-2158 (Lidiane)Ou para o E-mail: lidianefreire@gmail.com/ lidiane.rn@brasilocal.org.br Com Título SELEÇÃO APOIO RN