21/01/2009

Vamos guardar por muito tempo na memória esse momento.

O dia 20 de janeiro de 2009 entrou para historia da humanidade.

Esperamos que seja um grande líder........

O que nos Chamou atenção nesse grande dia: foi A multidão, As comemorações e a frase pronunciada no seu primeiro discurso como Presidente em comum com o momento historico da América Latina, a Posse do Presidente Lula.

" A Esperança venceu o medo"

15/01/2009

PROJOVEM: Matriculas Abertas

As matrículas para a segunda etapa do ProJovem Urbano estão abertas; cerca de 250 mil vagas estão disponíveis em todo o país. Veja os endereços de matrícula.


Para participar o candidato deve ter entre 18 e 29 anos, saber ler e escrever e não ter concluído o ensino fundamental (8ª série). No ato da matrícula, o jovem deve apresentar a carteira de identidade ou a certidão de nascimento

O curso tem duração de 18 meses e combina, de forma inovadora, a formação do ensino fundamental com iniciação profissional e práticas de cidadania, além de acesso à informática. O aluno que entregar os trabalhos mensais e tiver freqüência de 75% às aulas receberá um auxílio de R$ 100,00 por mês.

O período de matrículas estipulado pela Coordenação Nacional do ProJovem Urbano vai até o final de fevereiro de 2009, em 85 municípios e 23 estados. Dentro desse prazo, as cidades e estados estabelecem as datas para realizar as matrículas dos alunos.

Mais informações podem ser obtidas na Central de Relacionamento do ProJovem Urbano, no telefone 0800 722 7777, que funciona em todo o país, de segunda à sexta, das 7h às 23h, e sábados, domingos e feriados, das 8h às 20h.


Expansão
Sob coordenação da Secretaria Nacional de Juventude, da Secretaria-Geral da Presidência da República, o ProJovem Urbano é uma reformulação do antigo ProJovem, que em três anos matriculou mais de 237 mil jovens em todo o país.

Além da expansão do número de beneficiados, o novo Programa ampliou a faixa etária para 29 anos e abriu a possibilidade de matrícula para quem apenas sabe ler e escrever. Além disso, o aluno pode estar trabalhando formalmente, com carteira assinada, o que não era possível anteriormente.


Gestão
O ProJovem Urbano é uma das quatro modalidades do novo programa integrado de Juventude - ProJovem, lançado no final de 2007, com a unificação dos programas Agente Jovem, Saberes da Terra, ProJovem, Consórcio Social da Juventude, Juventude Cidadã e Escola de Fábrica. Juntos esses programas atenderam, anteriormente, 467 mil jovens e, com a unificação, vão beneficiar mais de 3,5 milhões de jovens até 2010.

As outras três modalidades do Programa são: ProJovem Adolescente (Ministério do Desenvolvimento e Combate à Fome), ProJovem Campo (Ministério da Educação) e ProJovem Trabalhador (Ministério do Trabalho e Emprego). A gestão do ProJovem Urbano está a cargo desse três Ministérios, sob a coordenação da Secretaria-Geral.



Como participar

Quem pode se matricular no ProJovem Urbano?
Jovens entre 18 e 29 anos que sabem ler e escrever e que não concluíram o ensino fundamental (8ª série).

O que o ProJovem Urbano oferece?
Formação no ensino fundamental, cursos profissionais, aulas de informática e auxílio de R$ 100,00 por mês. O Programa tem duração de 18 meses.

Qual a documentação exigida para a matrícula?
Apenas documento de identidade: certidão de nascimento ou R.G.

Central de relacionamento do ProJovem Urbano
0800 722 7777

Vagas para o Rio Grande do Norte:


Até agora foram abertas vagas para 2.220 alunos no Rio Grande do Norte. Até 2010 serão 15.000 mil vagas.


Locais das Matriculas:

Parnamirim - 1.000 vagas

- Escola Estadual Dom Nivaldo Monte, Rua Rio Largo S/N Parque Industrial

- Escola Estadual Professor Arnaldo Arcênio de Azevedo - CAIC, Rua Candido Martins do Santos, S/N Rosa dos Ventos



Extremoz - 400 vagas

- Centro de Educação Profissional Ambiental Escola das DUNNAS, Rua Zeferina Lopes, S/N - Centro - Pitangui

- Escola Estadual Almirante Tamandaré, Rua Almirante Newton Braga de Farias, 145 - Conj. Estrela do Mar.



Arêz - 400 vagas

- Escola Estadual João Guior, Rua Leonildas de Paula 255 Centro

- Escola Estadual Jacumauma, Rua Leonildas de Paula 252 Centro

- Escola Municipal Clidenor Lima, Rua Moises Lins, S/N



Baía Formosa - 400 vagas

- Escola Estadual Aguida Sucupira, Rua Adauto Dornela Câmara, 74 Centro

- Escola Municipal João Anacleto

- Escola Municipal Manoel Germano]



As inscrições começam a partir do dia 15 de Janeiro.

13/01/2009

Secretaria de Integração e Economia Solidaria

No dia 08 de janeiro de 2009 o jovem Assessor José Valcei de Souza foi nomeado Secretário de Integração e Economia Solidária na Cidade de Lagoa de Velhos.
Valcei é um dos articuladores da Rede Abelha, é militante da Economia Solidaria no RN.
Vem contribuindo em várias dimensões: na nacional, no Fórum local, no Conselho Estadual e agora com a nova missão enquanto Secretário em Lagoa de velhos.
Nós que fazemos a Economis Solidária ficamos felizes com a vitoria, sabemos que ela é resultado de muito suor.
Nos colocamos a disposição para ajudar no desenvolvimento sustentavel de Lagoa de Velhos.
Vamos adiante companheiro, colocar na prática a teoria de valorização do humano, de respeito a natureza e de geração de renda que é a Economia Solidária.

08/01/2009

Lula conclama parceira de prefeitos nos projetos de crescimento e inclusão social


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou carta a prefeitos e prefeitas que tomaram posse em 1º de janeiro, convidando todos a participarem do Encontro que o governo federal marcou para os dias 10 e 11 de fevereiro, em Brasília.

Na carta, Lula destaca a importância da parceria com os municípios para o crescimento do Brasil e o combate às desigualdades. O presidente informa ainda que, no Encontro, serão apresentadas as principais ações federais que podem ser levadas às cidades (como o PAC, o PDE e o Mais Saúde).

Leia a íntegra:

Senhor (a) Prefeito (a)
Parabéns pela sua eleição e posse!

Um novo ano está começando. E este é muito especial. Sei que governar é um grande desafio. Com certeza, o maior desafio de nossas vidas. Agora são as vidas dos milhões de brasileiros e brasileiras que estão sob nossa responsabilidade. Na qualidade de Presidente da República, garanto que o Governo Federal estará junto com você nessa nova jornada.

Saiba que daremos continuidade ao trabalho de respeito e diálogo com os municípios, construído desde o início do nosso governo, através do Comitê de Articulação Federativa – CAF, que vem, sistematicamente, acumulando vitórias para os municípios e a federação brasileira. Quero estabelecer um compromisso com Prefeitos e Prefeitas para, juntos, acelerarmos os investimentos públicos e enfrentarmos os baixos indicadores sociais do nosso país.

Por isso, convido você a participar do “Encontro Nacional com os Novos Prefeitos e Prefeitas”, que se realizará nos dias 10 e 11 de fevereiro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília. Quero ter uma conversa com você sobre importantes temas que preocupam nosso povo como a mortalidade infantil, o analfabetismo, o sub-registro civil, o combate à pobreza e outros temas nacionais e regionais que, juntos, precisamos ajudar o Brasil a resolver. Durante esse Encontro serão apresentados os principais programas federais que já contribuem para este enfrentamento, como o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento); o PDE (Plano de Desenvolvimento da Educação); o Mais Saúde; os Territórios da Cidadania e a Agenda Social do Governo.

Quero que conheça as ações federais que podem ser levadas para o seu município. Não importa o tamanho de sua cidade, você vai encontrar no Governo Federal um parceiro para cumprir este compromisso. Uma gestão municipal de qualidade, que promova a inclusão social, será fundamental para sustentar o atual ciclo de desenvolvimento do nosso país. Quero contar contigo para esta parceria.

Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República Federativa do Brasil.

Mudança em lei deve incluir 800 mil aprendizes no mercado de trabalho


O governo estuda mudanças na Lei de Aprendizagem para alcançar a meta de 800 mil aprendizes no mercado de trabalho até 2010. Atualmente os dados do Ministério do Trabalho indicam que cerca de 150 mil jovens entre 14 e 24 anos estejam contratados de acordo com a lei que prevê regras diferenciadas.


Uma das principais alterações, segundo o secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, Ezequiel Nascimento, seria a ampliação para toda a administração pública da obrigatoriedade de contratar aprendizes. Atualmente a lei determina que apenas as estatais e empresas públicas de médio e grande porte estão obrigadas e contratar os jovens entre 14 e 24 anos.


“Estamos falando de uma base da administração direta, União, estados e municípios, falando de uma base em torno de 8 milhões de servidores. Se calcularmos sobre isso, seja 5% ou 10% da cota estabelecida pela lei, dá uma quantidade grande”, avalia, Nascimento.

A cota de contratação de aprendizes equivale a no mínimo 5% e no máximo 15% do total de trabalhadores existentes na empresa. Ficam excluídos dessa base de cálculo cargos de nível superior, técnico e de chefia.

Alterar esses percentuais é outra possibilidade que será discutida, de acordo com Ezequiel Nascimento. Ele disse não ser possível prever novos índices, mas avalia que pode haver uma redução da cota máxima.

Seria necessário contratar 650 mil jovens em apenas dois anos para se alcançar a meta de 800 mil aprendizes até 2010. As alterações podem não ser suficientes para esse avanço, na avaliação de Ezequiel Nascimento. Para ele, é necessário também divulgar mais a lei e fiscalizar o cumprimento.

“Certamente haverá a necessidade de uma ampla campanha, seja dentro do governo, nas três esferas, e também com o empresariado brasileiro. Seria necessário também o cumprimento da lei com ações de fiscalização mais rigorosas. Num primeiro momento, uma ação mais orientadora e num segundo momento uma ação rigorosa de fazer cumprir a lei”, diz o secretário.

Segundo ele, essa estimativa de apenas 150 mil aprendizes contratados atualmente se deve em boa parte à desinformação do empresariado. “É desconhecimento de como proceder”.


As alterações na Lei de Aprendizagem serão debatidas e decididas por um fórum que se reúne a partir de março com participação de representantes do governo, de empregadores e empregados. Caso o caminho escolhido seja uma mudança na lei, fica sujeita a aprovação pelo Congresso Nacional, de acordo com o secretário.


A aprendizagem é regida por um contrato especial com prazo de duração máximo de dois anos e que deve ser complementado com cursos de formação profissional. A jornada máxima de trabalho é de 6 horas diárias podendo chegar ao limite de 8 horas, desde que o aprendiz tenha completado o ensino fundamental, e se forem computadas as horas destinadas à aprendizagem teórica.

Jornalista inglês denuncia mentiras de Israel




Em artigo publicado no "The Independent", Robert Fisk acusa governo israelense de contar mentiras para tentar justificar as atrocidades cometidas em Gaza. “O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham se preocupado em poupar civis", escreve.

Em artigo publicado no jornal The Independent, o jornalista inglês radicado no Líbano, Robert Fisk, denuncia as mentiras contadas pelo governo de Israel para tentar justificar as atrocidades cometidas em Gaza (e atrocidades anteriores também). A Organização das Nações Unidas também rebateu a versão israelense, segundo a qual as escolas bombardeadas estariam abrigando militantes do Hamas. Sobre esse tema, Fisk, que é considerado um dos maiores especialistas hoje em Oriente Médio, escreve:

“O que surpreende é que tantos líderes ocidentais, tantos presidentes e primeiros-ministros e, temo, tantos editores e jornalistas tenham acreditado na mesma velha mentira: que os israelenses algum dia tenham se preocupado em poupar civis. Todos os presidentes e primeiros-ministros que repetiram a mesma mentira, como pretexto para não impor o cessar-fogo, têm as mãos sujas do sangue da carnificina de ontem. O que aconteceu não foi apenas vergonhoso. O que aconteceu foi uma desgraça. ‘Atrocidade’ é pouco para descrever o que aconteceu. Falaríamos de ‘atrocidade” se o que Israel fez aos palestinos tivesse sido feito pelo Hamas. Israel fez muito pior. Temos de falar de ‘crime de guerra’, de matança, de assassinato em massa”.

A lógica de justificativas de Israel não é nova, acrescenta o jornalista:

“Reportei as desculpas que o exército de Israel tem oferecido ao mundo, já várias vezes, depois de cada chacina. Dado que provavelmente serão requentadas nas próximas horas, adianto algumas delas: que os palestinos mataram refugiados palestinos; que os palestinos desenterram cadáveres para pô-los nas ruínas e serem fotografados; que a culpa é dos palestinos, por terem apoiado um grupo terrorista; ou porque os palestinos usam refugiados inocentes como escudos humanos.

O massacre de Sabra e Chatila foi cometido pela Falange Libanesa aliada à direita israelense; os soldados israelenses assistiram a tudo por 48 horas, sem nada fazer para deter o morticínio; são conclusões de uma comissão de inquérito de Israel. Quando o exército de Israel foi responsabilizado, o governo de Menchaem Begin acusou o mundo de preconceito contra Israel. Depois que o exército de Israel atacou com mísseis a base da ONU em Qana, em 1996, os israelenses disseram que a base servia de esconderijo para o Hezbollah. Mentira.

Israel insinuou que os corpos das crianças assassinadas num segundo massacre em Qana teriam sido desenterrados e expostos para fotografias. Mentira. Sobre o massacre de Marwahin, nenhuma explicação. As pessoas receberam ordens, de um grupo de soldados israelenses, para evacuar as casas. Obedeceram. Em seguida, foram assassinadas por matadores israelenses. Os refugiados reuniram os filhos e puseram-se à volta dos caminhões nos quais viajavam, para que os pilotos dos helicópteros vissem quem eram, que estavam desarmados. O helicóptero varreu-os a tiros, de curta distância. Houve dois sobreviventes, que se salvaram porque fingiram estar mortos. Israel não tentou nenhuma explicação.

12 anos depois, outro helicóptero israelense atacou uma ambulância que conduzia civis de uma vila próxima – outra vez, soldados israelenses ordenaram que saíssem da ambulância – e assassinaram três crianças e duas mulheres, Israel alegou que a ambulância conduzia um ferido do Hezbollah. Mentira.

Fisk relata ainda que cobriu, como jornalista, todas essas atrocidades e investigou-as uma a uma, entrevistando sobreviventes:

"Muitos jornalistas sabem o que eu sei. Nosso destino foi, é claro, o mais grave dos estigmas: fomos acusados de anti-semitismo. Por tudo isso, escrevo aqui, sem medo de errar: agora recomeçarão as mais escandalosas mentiras.”

Uma outra mentira denunciada por Fisk é a de que o cessar-fogo em Gaza teria sido rompido pelo Hamas: "O cessar-fogo foi rompido por Israel, primeiro dia 4/11; quando bombardeou e matou seis palestinenses em Gaza e, depois, outra vez, dia 17/11, quando outra vez bombardeou e matou mais quatro palestinos", escreve.

06/01/2009

Relatos do genocídio israelense em Gaza




""Eu estava dormindo com minhas irmãs quando de repente acordei", conta Reem Baloosha, de 13 anos, descrevendo a noite do último domingo, quando suas cinco irmãs foram mortas por um ataque aéreo israelense.“Eu me vi sob escombros, as pedras me pressionando. Olhei em volta e minha irmã também estava sob os escombros, ela estava morta”.Eu visitei a família de Reem no campo de refugiados de Jabaliya, ao norte da Faixa de Gaza. A casa onde eles viviam se tornou uma pilha de escombros. Não havia nada além de poeira e pedras misturadas com algumas roupas de meninas e livros escolares.Não sobraram para os pais nem mesmo fotografias das filhas mortas, todas elas foram perdidas em meio aos escombros.O pai delas, Anwar, estava sentado velando as meninas. A mãe delas estava em estado de choque, quase sem consciência.

Eles pareciam muito chocados até mesmo para chorar.“Se elas estivessem construindo foguetes (para atacar Israel), eu não estaria tão triste assim, mas elas estavam esperando pela volta da luz elétrica para estudar para os exames. Eu tenho oito filhas, cinco delas foram mortas”, diz Anwar Baloosha.Janelas quebradasPessoas no hospital Shifa, na Cidade de Gaza, sentiam o mesmo sofrimento.Há muitos jovens feridos nos ataques, pessoas que perderam partes de seus braços ou pernas ou que estão ligadas a tubos de soro, mas que não podem ser removidas para unidades de tratamento intensivo.

Centenas de pessoas chegam ao local para visitar seus parentes. Algumas passam a noite no hospital, dormindo no chão, em cadeiras, ou simplesmente ficando sem dormir. Se você olhar em seus olhos, perceberá que alguns não dormem há dias.Na noite de segunda-feira, fazia bastante frio e uma chuva forte caía sobre a Cidade de Gaza. Algumas das janelas do hospital estavam danificadas e haviam sido cobertas com plástico, folhas ou estavam simplesmente abertas.Não havia aquecimento. A equipe do hospital apenas cobria os pacientes com folhas e cobertores.Eu também estive na parte oeste da cidade.

Havia uma grande fila fora de uma padaria. Crianças, homens e mulheres estavam esperando por pão.Alguma ajuda humanitária chegou à região, mas muitas pessoas não têm farinha ou gás de cozinha para poder fazer pães em casa.Hossein Saad, de 56 anos, conta que há alguns anos ele costumava trabalhar em Israel, mas que agora não tem emprego para sustentar as 13 pessoas de sua casa.“Eu não tenho farinha ou gás, eu não tenho nada em casa”, conta.“Antes que você pergunte sobre o que há para comprar em Gaza, pergunte se as pessoas têm dinheiro ou não para comprar alguma coisa”, diz Saad.