29/09/2009

"PARNAMIRIM TERÁ SEU TEATRO NO QUE DEPENDER DE MIM", AFIRMA FÁTIMA BEZERRA


Na última segunda feira (28), na conferência Municipal de cultura, a Deputada Fátima Bezerra afirmou que irá ajudar a Prefeitura de Parnamirim a construir seu Teatro Municipal. Fátima, aliás, já conseguiu os recursos necessários para garantir a construção de uma unidade do IFET na cidade. A deputada tem retribuído aos parnamirinenses a expressiva votação que a fez a deputada mais votada da cidade.

CIRO GOMES PODE FICAR ISOLADO




Com uma série de declarações estampadas nos jornais de hoje, o ministro Carlos Lupi - presidente nacional licenciado do PDT - coloca uma pedra nas notícias veiculadas nos últimos dias, que anunciavam articulações no sentido de o seu partido compor, indicando o vice, a chapa à presidência da República encabeçada pelo deputado Ciro Gomes (PSB-CE).

"O Ciro cometeu um ato de gentileza", desconversou o ministro, afirmando não ser o momento para discutir candidatura. "Sou da base aliada do presidente. Eu não farei absolutamente nada para dividir o palanque. Considero fundamental a continuidade do governo Lula. E o presidente já informou que a candidata dele é Dilma Rousseff”, completou.  

“Na minha modesta avaliação - prosseguiu - nós temos de ter candidatura única em torno daqueles que o presidente Lula julga ser mais importantes para dar continuidade ao seu governo.”

PC do B também não dá sinais de apoiá-lo


A exemplo do PDT, o PC do B também não dá sinais de que marchará com Ciro, o mais provável é que o PSB, se oficializar sua candidatura, fique sozinho na disputa, com um tempo mínimo de TV e sem aliados e palanques estaduais de peso, capilaridade nos Estados e municípios, bancada de parlamentares, prefeitos e governadores.
 
Esse problema dos palanques nos Estados não é nada fácil de resolver sem enfraquecer os atuais governadores do PSB e do PT.

O dia 3 se aproxima. Vamos ver qual será a decisão do PSB com relação à transferência do domicílio eleitoral de Ciro para São Paulo, abrindo a possibilidade - que ele até agora rejeita - de ser candidato a governador do Estado, apoiado pelo PT, PDT, PC do B e por outros partidos.

PARNAMIRIM ASSUME COMPROMISSO COM A CULTURA EM CONFERÊNCIA MUNICIPAL


 Após as oficinas temáticas, os grupos da 2ª Conferência Municipal de Cultura de Parnamirim, realizada nesta segunda-feira (28), no auditório da Escola Augusto Severo, foram apresentadas propostas e escolhidos os delegados que irão representar o município durante o encontro a nível estadual em dezembro.
As propostas foram extraídas das seguintes temáticas: produção simbólica e diversidade cultural apresentada pelo professor Nestor Lima Filho; Cultura, Cidade e Cidadania pelo cordelista José Acaci; Cultura e Desenvolvimento Sustentável pelo maestro Paulo Ritzel, da Fundação Parnamirim de Cultura; Cultura e Economia Criativa, jornalista Claudio Gomes, da Fundação Parnamirim de Cultura e Gestão e Institucionalidade da Cultura, a cargo de Sérgio Luiz Câmara Ribeiro, do Instituto Pium de Cultura.
Dentre as muitas propostas apresentadas, as que serão levadas ao plenário da conferência estadual versam sobre criação de espaço cultural de multiuso e de pontos centralizados nos diversos bairros para manter ativa as manifestações artísticas. Criação de programas de pesquisas sobre os grupos culturais atuantes de todas as comunidades;  formalização de agenda integrada aos programas da Secretaria de Educação e Fundação Parnamirim de Cultura, incluindo neste item um seminário de cultura popular.
Também instalações de centros de convivência cultural nos distritos (incluindo ciganos e quilombolas) e de um Conselho de Cultural e calendário para divulgação das atividades culturais; criação de lei de incentivo fiscal a projetos culturais; criação e apoio a cooperativas, associações e institutos e outros órgãos gestores produtores artístico-culturais; inventário cultural para incentivar a cadeia produtiva das artes integradas do município e ainda o acesso e participação de uma regional de polos culturais.
Ao final da conferência, a presidente da fundação, Vandilma Oliveira anunciou os delegados escolhidos por parte do sistema governamental e da sociedade civil. Os indicados deverão encaminhar à Fundação Parnamirim de Cultura, os documentos exigidos para serem enviados à Fundação José Augusto e após ao Ministério da Cultura. A conferência a nível nacional ocorrerá próximo mês de março em Brasília. Da parte governamental foram escolhidos: vereadoras Elienai Cartaxo e Kátia Cavalcanti; Josiane Bezerra: Assistência Social; Educação: Padre Miguel; Cultura: Vandilma Oliveira e suplente Claudio Gomes.
Solicitada pela deputada federal Fátima Bezerra sobre os principais pontos culturais a serem levados como sugestão ao Ministério da Cultura, a presidente da fundação indicou Pium (já existente) e mais as comunidades cigana e quilombola de Moita Verde.

O PAC MUDANDO A VIDA DO POVO PIAUIENSE


 É um típico fim de tarde de setembro em Teresina. Sob o calor que sobrou dos quase quarenta graus do meio-dia, centenas de homens pegam suas bicicletas no ainda isolado bairro de Santa Maria do Codipi. Eventuais carros precisam se desviar. Contra um horizonte vermelho e laranja, as sombras compridas dos ciclistas dominam o chão de terra e o asfalto, rumo à região mais central da capital piauiense, perto de onde as bicicletas se espalharão para destinos diversos, em um movimento que lembra a de um amontoado de bolas de gude atingido em cheio.


 Clemilton Cardoso da Rocha é um dos homens que integra este movimento. Desde maio ele faz parte da massa de trabalhadores que levanta 4,3 mil casas populares do Jacinta Andrade, maior conjunto de moradias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mesmo sem nenhuma experiência na construção civil, conseguiu a vaga após uma procura de três meses. Ele trabalhava no setor de almoxarifado e agora é apontador de uma das construtoras do Jacinta Andrade - ele administra o estoque do material de construção e, ao lado de outros quatro apontadores, o trabalho de 700 homens.


No meio da poeira que se levanta de um chão praticamente sem chuvas desde julho, ele está satisfeito. Seu salário é 30% maior do que recebia antes e ele considera a nova área promissora. "Agora só não trabalha quem não quer. Está até difícil arranjar pedreiro", diz, referindo-se à profusão de obras em Teresina. "Aqui tem muita gente que assinou a carteira de trabalho pela primeira vez na vida."


Rocha integra o batalhão de 11 mil trabalhadores que fazem casas brotar do chão não só em Teresina, mas por todo o Piauí. As casas populares são apenas uma das prioridades dos cerca de R$ 1,5 bilhão em investimentos públicos totais no Estado previstos para 2009. O valor inclui não só recursos estaduais como de terceiros, inclusive do governo federal. De 2003 a 2008 o Piauí teve o maior crescimento relativo nos investimentos públicos entre todos os Estados.


José Gomes, diretor do sindicato dos trabalhadores da construção civil no Piauí, conta que até o ano passado a média salarial para pedreiros era de R$ 600 em Teresina. Atualmente, está entre R$ 800 e R$ 900. Mudou também a perspectiva de permanência no emprego. Antes, diz ele, os trabalhos duravam em média 90 dias,  "Agora as pessoas são contratadas para 12 ou 14 meses". "Estamos no paraíso", diz.


Com 4,5 mil habitantes e acostumada a ver seus filhos saírem em busca de oportunidades em outros locais, Jatobá está até atraindo profissionais de outras cidades piauienses. É o caso do mestre de obras Paulo Afonso dos Santos, que mora em Teresina e desde dezembro trabalha na construção da nova escola de Jatobá, comandando um total de 18 trabalhadores.





A movimentação da cidade despertou o tino comercial de alguns moradores. Diego Oliveira dos Santos ignorou as poucas notícias que teve sobre os impactos da crise financeira mundial sobre a economia brasileira e abriu em maio uma casa de materiais de construção. "Abri um negócio porque a cidade está se desenvolvendo. As pessoas estão todas construindo ou reformando suas casas", conta. Ele deve concorrer com uma loja de material de construção já tradicional na cidade, mas acredita que há mercado para ele também. "As pessoas antes viviam de bicos e agora estão tendo empregos mais permanentes", conta.


Em Jatobá não é somente a construção de casas no núcleo urbano que está gerando maior disponibilidade de renda, explica Valmir Pereira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais. Ele conta que o programa estadual de assentamentos, que hoje alcança cerca de 150 famílias espalhadas em seis áreas do município, fixou à terra os jatobaenses. O programa Crédito Fundiário fornece além de terras e construção de uma casa, eletrificação, água e estímulo voltado principalmente ao cultivo de melancia, o que trouxe renda adicional para quem vivia da subsistência.

 No Estado com o terceiro pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, o Bolsa Família tem presença forte. São 380 mil famílias beneficiadas em todo o Piauí. "O salário mínimo e o Bolsa Família fizeram muita diferença para o Estado", reconhece o secretário de Fazenda, Antonio Neto.


Por enquanto, cada um faz, a seu modo, sua aposta para o futuro. Recém-instalada em uma das casas do conjunto Nova Therezina, integrante das obras do PAC, Maria Helena Pereira Dutra já abriu seu salão de beleza - R$ 3 o corte -, onde fatura mensalmente dois salários mínimos. Paga pela casa financiada R$ 30 mensais - 75 parcelas no total. Antes de ir para a casa nova, em julho, Maria Helena morava em uma área de risco no bairro de Vila Cidade Leste, "no alto de um morro que desabou e levou a casa junto". No salão antigo, faturava um pouco mais, mas sobrava menos, porque gastava R$ 450 de aluguel. Ela aproveitou o dinheiro extra para comprar escovas e até novembro quer comprar cadeira e espelho para o salão.

 Não muito longe dali, a comerciante Yane Maria Barbosa da Silva foi rápida ao perceber a oportunidade criada com a contratação de centenas de homens no Jacinta Andrade. Abriu em junho um restaurante que fornece quentinhas para os pedreiros. As marmitas custam entre R$ 3,50 e R$ 4 e o preço é acertado diretamente com a construtora. No começo, diz, eram 20 a 30 marmitas por dia. "Agora eu vendo 150 por dia", conta, animada. Nos últimos três meses ela contratou quatro pessoas que começam a trabalhar às seis da manhã para conseguir entregar, às 11h30, o arroz e feijão que vai sustentar um dia de trabalho pesado. . "Acho que Teresina está crescendo. Porque o Piauí está para o Brasil como o Brasil está para o mundo", resume, animada com sua cidade, seu Estado e seu país.












Obras públicas mudam rotina do pobre Piauí

É um típico fim de tarde de setembro em Teresina. Sob o calor que sobrou dos quase quarenta graus do meio-dia, centenas de homens pegam suas bicicletas no ainda isolado bairro de Santa Maria do Codipi.


Clemilton Cardoso da Rocha é um dos homens que integra este movimento. Desde maio ele faz parte da massa de trabalhadores que levanta 4,3 mil casas populares do Jacinta Andrade, maior conjunto de moradias do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Mesmo sem nenhuma experiência na construção civil, conseguiu a vaga após uma procura de três meses. Ele trabalhava no setor de almoxarifado e agora é apontador de uma das construtoras do Jacinta Andrade - ele administra o estoque do material de construção e, ao lado de outros quatro apontadores, o trabalho de 700 homens.

No meio da poeira que se levanta de um chão praticamente sem chuvas desde julho, ele está satisfeito. Seu salário é 30% maior do que recebia antes e ele considera a nova área promissora. "Agora só não trabalha quem não quer. Está até difícil arranjar pedreiro", diz, referindo-se à profusão de obras em Teresina. "Aqui tem muita gente que assinou a carteira de trabalho pela primeira vez na vida."

Rocha integra o batalhão de 11 mil trabalhadores que fazem casas brotar do chão não só em Teresina, mas por todo o Piauí. As casas populares são apenas uma das prioridades dos cerca de R$ 1,5 bilhão em investimentos públicos totais no Estado previstos para 2009.

O conjunto Jacinta Andrade é apenas um dos empreendimentos gerados com investimento público. Quem procura o Jacinta esbarra fatalmente em outros conjuntos de casas populares, seja ligados a programas federais como o PAC ou o Minha Casa, Minha Vida, seja de convênios do governo estadual com a Caixa Econômica Federal.

José Gomes, diretor do sindicato dos trabalhadores da construção civil no Piauí, conta que até o ano passado a média salarial para pedreiros era de R$ 600 em Teresina. Atualmente, está entre R$ 800 e R$ 900. Mudou também a perspectiva de permanência no emprego. Antes, diz ele, os trabalhos duravam em média 90 dias. Agora as pessoas são contratadas para 12 ou 14 meses. "Estamos no paraíso", diz.

Com 4,5 mil habitantes e acostumada a ver seus filhos saírem em busca de oportunidades em outros locais, Jatobá está até atraindo profissionais de outras cidades piauienses. É o caso do mestre de obras Paulo Afonso dos Santos, que mora em Teresina e desde dezembro trabalha na construção da nova escola de Jatobá, comandando um total de 18 trabalhadores. Antes de Jatobá, Santos esteve por seis meses em Simplício Mendes, na construção de um ginásio poliesportivo público. "Nos últimos cinco meses tenho trabalhado praticamente em obras públicas", diz.

No Estado com o terceiro pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país, o Bolsa Família tem presença forte. São 380 mil famílias beneficiadas em todo o Piauí. "O salário mínimo e o Bolsa Família fizeram muita diferença para o Estado".

Por enquanto, cada um faz, a seu modo, sua aposta para o futuro. Recém-instalada em uma das casas do conjunto Nova Therezina, integrante das obras do PAC, Maria Helena Pereira Dutra já abriu seu salão de beleza - R$ 3 o corte -, onde fatura mensalmente dois salários mínimos. Paga pela casa financiada R$ 30 mensais - 75 parcelas no total. Antes de ir para a casa nova, em julho, Maria Helena morava em uma área de risco no bairro de Vila Cidade Leste, "no alto de um morro que desabou e levou a casa junto". No salão antigo, faturava um pouco mais, mas sobrava menos, porque gastava R$ 450 de aluguel. Ela aproveitou o dinheiro extra para comprar escovas e até novembro quer comprar cadeira e espelho para o salão.


Não muito longe dali, a comerciante Yane Maria Barbosa da Silva foi rápida ao perceber a oportunidade criada com a contratação de centenas de homens no Jacinta Andrade. Abriu em junho um restaurante que fornece quentinhas para os pedreiros. As marmitas custam entre R$ 3,50 e R$ 4 e o preço é acertado diretamente com a construtora. No começo, diz, eram 20 a 30 marmitas por dia. "Agora eu vendo 150 por dia", conta, animada. Nos últimos três meses ela contratou quatro pessoas que começam a trabalhar às seis da manhã para conseguir entregar, às 11h30, o arroz e feijão que vai sustentar um dia de trabalho pesado.  "Acho que Teresina está crescendo. Porque o Piauí está para o Brasil como o Brasil está para o mundo", resume, animada com sua cidade, seu Estado e seu país.


25/09/2009

HONDURAS - IMAGENS REVELAM QUE CRESÇE A RESISTÊNCIA AO GOLPE






PRESTIGIO INTERNACIONAL DE LULA E DO BRASIL NÃO PARA DE CRESÇER


"Crise em Honduras reforça diplomacia 'sul-sul' de Lula, diz jornal"
Diz jornal suiço.

A crise política em Honduras mostra que a chamada "diplomacia sul-sul" do Brasil está ganhando força, diz o jornal suíço "Le Temps", em sua edição desta quinta-feira (24).


"Ao pedir asilo ao Brasil, (o presidente deposto hondurenho Manuel) Zelaya indicou que está apostando todas as suas fichas no único país que ele acredita que vai devolvê-lo à Presidência", afirma o jornal. "É a prova tangível de uma mudança de eixo de poderes na região."

O "Le Temps" lembra que recentemente o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil vai se tornar uma grande potência no século XXI. "Ele aperta a mão de Gordon Brown, de Nicolas Sarkozy, da Rainha Elizabeth 2ª, entre outros. E em abril Barack Obama disse que ele 'é o cara'."

"Mas é no hemisfério sul que Lula tece sua teia", diz o jornal, citando que o presidente visitou 45 países nos últimos 30 meses e que, desde 2003, o Brasil abriu 35 novas embaixadas no exterior, a maioria na África e no Caribe.

A revista Newsweek tabém exibiu o Presidente em uma de suas capas no mês de setembro.

Lula já havia aparecido na capa da revista há menos de um mês


A revista afirma que...

O Brasil vem se transformando na última década em uma potência regional única, ao se tornar uma sólida democracia de livre mercado, uma rara ilha de estabilidade em uma região conturbada e governada pelo Estado de direito ao invés dos caprichos dos autocratas. A afirmação é feita em artigo publicado na última edição internacional da revista americana Newsweek………………….


………..Segundo a revista, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva “preside uma superpotência astuta como nenhum outro gigante emergente”.

O artigo foi publicado menos de um mês após Lula ter aparecido na capa da Newsweek, com uma entrevista exclusiva à revista após seu encontro com o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca.